terça-feira, dezembro 17, 2013

segunda-feira, dezembro 02, 2013

quarta-feira, novembro 27, 2013

quarta-feira, outubro 30, 2013

Feira de edições e objectos esquisitos, na Zona Franca

«A feira conta já com a presença das seguintes editoras: Ghost, Jogos Sem Fronteiras, Fogo Posto, Chili com Carne, Stet Galeria Ambulante, Façam Fanzines e Cuspam Martelos, Jogo And, Buala, Boca, Isabel Brison e Nuno, entre outras. Quem mais se quiser juntar pode enviar um e-mail a confirmar presença para zonafrancaproducoes@gmail.com»

quarta-feira, junho 05, 2013

excerto do poema VAT 69, de Ruy Belo

Era depois da morte sobre a plana infância
o primeiro natal o cheiro do jornal
lido na adega ou na casa do forno
sentados pensativos sobre a terra húmida

quarta-feira, abril 17, 2013

sábado, março 09, 2013

O Aborto, causas e soluções - Álvaro Cunhal

«A exploração capitalista e a situação social

Estes maravilhosos progressos técnicos não deram porém origem, como se poderia esperar, à abastança dos trabalhadores. Nos nossos dias e no nosso país, ainda há quem julgue que o problema da abundância reside na adopção dos meios técnicos mais modernos. Tal é o caso de António Sérgio, nos seus artigos "Sobre a Agrobiologia" publicados no jornal "O Diabo" (Junho de 1939). Quem assim ponha o problema mostra desconhecer não só os mecanismos da produção capitalista, como a história económica dos séculos XVIII e XIX e em particular da primeira revolução industrial. De facto, quer no campo, quer nos centros industriais, a vida era dificultosa e triste.
Uma grande parte da população não podia comer pão de trigo. A carne escasseava. As reses abatidas eram em número insuficiente. As habitações inabitáveis. As ruas dos bairros operários eram "sujas, cheias de detritos vegetais e animais, sem esgotos, providas permanentemente de charcos fedorentos". Campeava a miséria. A máquina, que, substituindo-se ao esforço muscular, deveria poupar as energias dos operários, trouxe consigo a escravatura das mulheres e das crianças, cujo frouxo rendimento muscular era entretanto suficiente para accioná-las. O Factory Act proibia o trabalho por mais de 6 horas às crianças "parecendo ter"... menos de 13 anos!»
págs. 21-22
 
O Aborto - causas e soluções (tese apresentada em 1940 para exame no 5º ano jurídico da Faculdade de Direito de Lisboa)
Álvaro Cunhal
Campo das Letras (1ª edição)
Porto, Fevereiro 1997
ISBN: 9726100151

Um Passo em Frente, Dois Passos Atrás - V.I. Lénine

«Considerei necessário reproduzir agora estas declarações minhas, feitas por escrito, porque mostram exactamente a vontade da maioria de traçar de uma vez uma linha divisória precisa entre, por um lado, as possíveis (e inevitáveis numa luta acalorada) ofensas pessoais, a irritação pessoal devida à violência e ao «frenesi» dos ataques, etc., e, por outro, determinado erro político, determinada linha política (a coligação com a ala direita).
Estas declarações mostram que a resistência passiva da minoria tinha começado imediatamente a seguir ao congresso e provocou logo da nossa parte a advertência de que isso era um passo para a cisão do partido, que isso contradizia manifestamente as declarações de lealdade feitas no congresso e que dela resultaria uma cisão devida unicamente à exclusão de alguém dos organismos centrais (isto é, em consequência de uma não eleição), porque nunca ninguém pensou sequer em afastar do trabalho nenhum membro do partido; que a divergência política entre nós (inevitável, enquanto não estiver esclarecida e resolvida a questão de qual foi no congresso a linha errada: a de Mártov ou a nossa) cada vez mais começa a degenerar em querela mesquinha, com injúrias, suspeitas, etc., etc.»
págs.165-166
 
Um Passo em Frente, Dois Passos Atrás (a crise no nosso partido)
V.I. Lénine
Edições Avante!
Biblioteca do Marxismo-Leninismo
Lisboa, Abril 1978

Conversações com Dmitri e outras fantasias - Agustina Bessa Luís

«Desordem e Travessura

Na hora de mais frequência nas ruas, quando a espessa malha da multidão se cruza evitando-se habilidosamente, incansavelmente artista em não chocar os seus guarda-chuvas, os seus carregos de caixas de cartão vazias, podemos meditar na desordem como numa consequência do ritmo de parentesco. Vemos de súbito toda essa gente, vizinha no seu tempo, nos seus desejos, na sua cidade, parecer explodir em direcções diferentes, procurando ignorar-se e precipitando-se nos intervalos livres dum passeio, duma praça. E se aproximássemos a nossa observação até ao nível das suas opiniões notaríamos que elas dependem mais da oposição ao que lhes é mais idêntico, do que resultam da lógica dos seus interesses. A desordem é a insensibilidade da limitação. Diz Bertolt Brecht que existe a ordem onde não há mais nada. «A ordem é um fenómeno de escassez» - acrescenta.»
pág.7
 
Conversações com Dmitri e outras fantasias
Agustina Bessa Luís
Na Regra do Jogo (2ª edição, Fevereiro 1981)
Capa e arranjo gráfico: João B.

A Metamorfose - Franz Kafka

«1

Uma manhã, quando Gregor Samsa despertou de um sonho algo turbulento deu por si transformado numa espécie monstruosa de insecto.
Estava deitado sobre o dorso, tão duro como uma couraça e, erguendo a custo a cabeça, divisou o seu arredondado ventre castanho, segmentado numa nítida ondulação. As cobertas escorregavam, irremediavelmente, desse ventre móvel, e as pernas de Gregor, inexplicavelmente finas para a massa do corpo de onde brotavam, agitavam-se num desamparo, diante dos seus olhos.
"Que terá acontecido?", pensou. Sonho não era.»
pág.5
 
A Metamorfose
Franz Kafka (versão: Augusto do Carmo Vaz)
Ilustrações: Pedro Nora
Íman Edições / Bedeteca de Lisboa
Colecção Livros de Oz (Maio de 2001)
ISBN: 9728665083

sexta-feira, março 01, 2013

Salazar visto pelos seus próximos (1946-68) - Jaime Nogueira Pinto (organização)

«Reunir os testemunhos de colaboradores próximos de Salazar pode ter - tem - o interesse de trazer elementos sobre o «factor humano» de alguém que passa por não o ter tido; ou, pelo menos, de levar tal factor em pouca conta. Na verdade, de Salazar ficou sobretudo a obra - (ou as obras), académica, governativa, político-doutrinária -, obras julgadas ou pelo menos qualificadas com perspectivas antípodas pelos contemporâneos, consoante admiradores ou críticos, segundo estiveram com ele ou contra ele. Ainda hoje.»
pág.XI (Prefácio, Jaime Nogueira Pinto)
 
 
«De tal resultaram pressões intensas sobre Portugal, coniderando-se que, após mais de vinte anos de regime autoritário - embora autoritarismo limitado pelo Direito e pela Moral cristã, e não totalitário -, seria o momento de o Estado Novo dar lugar a uma democracia pluralista. Mas havia pelo menos uma razão decisiva - repete-se decisiva - que impedia o estabelecimento, na época, em Portugal, dessa democracia pluralista. É que a influência que, em semelhante democracia, poderia surgir e decerto surgiria da parte de movimentos esquerdistas, inclusivamente socialistas-democráticos e socialistas-comunistas, conduziria à impossibilidade de manter a integridade do Conjunto Português - Metrópole e Ultramar -, mesmo dentro da Solução Portuguesa e da Política Ultramarina Portuguesa que adiante se referirão. Insiste-se: o estabelecimento, então, de uma democracia pluralista em Portugal teria como consequência, imediata ou a curto prazo, a perda do seu Ultramar.»
págs.125-126 (Kaúlza de Arriaga)
 
Salazar visto pelos seus próximos (1946-68)
Jaime Nogueira Pinto (organização), Luís Filipe Leite Pinto, Kaúlza de Arriaga, António da Silva Teles, et al
Bertrand Editora
2ª edição (Maio 1993)


quinta-feira, fevereiro 28, 2013

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

25 de Novembro sem Máscara - Pinheiro de Azevedo

«Sei que muita gente irá classificar este livro como o depoimento de um «dissidente do MFA» ou como o depoimento de um desiludido com a «revolução dos cravos». Gostaria - e isso seria como a minha mais bela condecoração de militar - que este livro fosse simplesmente considerado como o depoimento de um patriota.

De um patriota que tudo tentou - bem ou mal, com mais ou menos sorte, porventura acreditando demasiado em pessoas que talvez não merecessem a confiança de homens de bem - mas de um patriota que tudo tentou para impedir, e depois ao menos minimizar, a destruição de Portugal como pátria livre.

Pertenci ao MFA e nessa qualidade fui membro da Junta de Salvação Nacional, presidindo mais tarde ao VI Governo Provisório. Muitos portugueses pensarão que terei participado de longa data nos actos conspiratórios, nas decisões ou acordos secretos que levaram ao levantamento militar do 25 de Abril de 1974. Nada menos correcto. É importante que neste testemunho - grave e sério, de alerta ao povo do meu País - todos os detalhes, por mais insignificantes, correspondam rigorosamente à verdade dos factos.»
págs.11-12
 
 
25 de Novembro sem Máscara
Pinheiro de Azevedo
Editorial Intervenção
Braga, 1979

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

Antologia - Sophia de Mello Breyner Andresen

«APOLO MUSAGETA

Eras o primeiro dia inteiro e puro
Banhando os horizontes de louvor.

Eras o espírito a falar em cada linha
Eras a madrugada em flor
Entre a brisa marinha.
Eras uma vela bebendo o vento dos espaços
Eras o gesto luminoso de dois braços
Abertos sem limite.
Eras a pureza e a força do mar
Eras o conhecimento pelo amor.

Sonho e presença
Duma vida florindo
Possuída e suspensa.

Eras a medida suprema, o cânon eterno
Erguido, puro, perfeito e harmonioso
No coração da vida e para além da vida
No coração dos ritmos secretos.»

Antologia (2ª edição aumentada)
Sophia de Mello Breyner Andresen
Moraes Editores (Círculo de Poesia)
Lisboa, 1970

Letrinhas de Cantigas - António Lobo Antunes

«Ao Vitorino, para quem estas letrinhas
foram escritas, quase todas em toalhas de
papel de restaurante»

«CORO DAS AMAS DO CARDEAL

Dar a teta a uma criança
ou dar a teta a um bispo
é como entrar numa dança
em que o corpo não descansa
porque o velho não amansa
e eu mais que a teta não dispo.

E se o bispo é cardeal
e o cardeal é regente?
Dar o peito não faz mal
dar o corpo é natural
pois quem manda em Portugal
mama na teta da gente.

Porém deitada na cama
não sou dele nem de ninguém.
Mesmo se o velho me chama
não me importo de ser ama
se quem a carne me mama
me rói os ossos também.»

Letrinhas de Cantigas
António Lobo Antunes
Publicações Dom Quixote
Outubro 2002

terça-feira, fevereiro 12, 2013

28 de Setembro, a conspiração da "maioria silenciosa" - Edições Avante!

«Prefácio

Se a ofensiva contra-revolucionária do mês de Setembro de 1974 tivesse sido bem sucedida, teria culminado com a declaração do estado de sítio, os plenos poderes do general Spínola e a instauração de uma nova ditadura. A maior vaga repressiva de sempre teria abafado as forças democráticas e o MFA.
Tratou-se de uma grande e complexa operação desenvolvida nas mais variadas frentes. A reacção procurava provocar a deterioração da situação económica, política e social até um ponto em que se justificasse, como natural e «salvadora», a intervenção, apoiada em forças militares, do então Presidente da República.
Spínola polarizava as actividades das forças conservadoras e reaccionárias. O centro da contra-revolução estava em Belém.
O ataque à «incapacidade» do Governo, as calúnias e intrigas contra o MFA, a campanha anticomunista, os golpes contra-revolucionários em Angola e Moçambique, a agudização artificial de certos conflitos sociais cuja verdadeira intenção política era escondida aos trabalhadores, as tentativas de greves nos transportes, a multiplicação das provocações, a intervenção dos grandes grupos do capital oferecendo demagogicamente investimentos e postos de trabalho - constituiram linhas de ataque convergindo para a manifestação do 28 de Setembro, que deveria aparecer como a «exigência do povo» para que Spínola assumisse plenos poderes.
(...)»

28 de Setembro - A conspiração da "maioria silenciosa"
Edições Avante! (Lisboa, 1975)
Capa: José Araújo

Situação africana e consciência nacional - Eduardo Lourenço

«Estas reflexões fazem parte de um ensaio escrito entre 1961 e 1963, e conservado inédito por motivos óbvios, dedicado ao problema do colonialismo português.

Prólogo

Dada a gravidade, a persistência e a amplitude da questão posta à Nação inteira pelos acontecimentos africanos que a concernem, poder-se-ia crer, com algum fundamento, que os portugueses, ao menos os mais responsáveis, a tivessem convertido em sério e doloroso caso de consciência. Com espanto, ou sem ele, honesto é verificar que tal não sucedeu. Os motivos profundos desta singular ausência de interesse pelo que de tão perto parece tocar-nos são menos misteriosos do que se supõe. É propósito deste ensaio esclarecê-los, na medida em que o seu autor o puder. Convém, todavia, liminarmente, refutar a comum e fácil hipótese de atribuir o extenso e fundo desinteresse nacional pelo problema africano na sua totalidade, unicamente às circunstâncias históricas e políticas determinadas por um Regime como o nosso.
Com lógica profunda, segundo os seus interesses vitais, o Regime, ao apresentar as dificuldades africanas como exteriores, fazia já o máximo que lhe era possível para que elas se não convertessem para a Nação em «caso de consciência». Tudo o que se passa em África, segundo a sua óptica impecável, é da ordem do acidental, do provisório. A Nação é obrigada a ocupar-se do «caso», mas ele não lhe diz respeito senão como obra e acção de forças exteriores a ela. Que o Regime tenha empregado todos os esforços para «neutralizar» um generalizado e profundo exame da nossa «situação africana» é inegável. Mas, sem esquecer os poderes de que a máquina estatal dispõe, o seu sucesso objectivo sobre este ponto excede em muito os êxitos que habitualmente alcança nos domínios da doutrinação ideológica e política. (...)»

Situação africana e consciência nacional
(Cadernos Critério nº2)
Eduardo Lourenço
Publicações Génese (Agosto 1976)

quinta-feira, janeiro 24, 2013

A Imprensa Portuguesa (1974-2010) - João Figueira

«Daí para cá o país mudou muito e a imprensa portuguesa também: modernizou-se, os jornalistas são hoje mais bem preparados - apesar da crescente precariedade profissional -, as empresas estão integradas em grandes grupos de comunicação e os orgãos em papel, que resistiram à rádio e à tv, estão agora a soçobrar face ao poder avassalador e global da Net. No curto período de pouco mais de três décadas, o exercício do jornalismo e as formas de relacionamento com os públicos alterou-se profundamente. As empresas e os seus profissionais enfrentam hoje a maior revolução da história da informação jornalística.»
págs.8-9

«Claro que a afirmação deste jornalismo especializado, cuja importância está bem patente no alargamento dos temas de Economia e Negócios à maioria da imprensa generalista e à criação de espaços próprios na rádio e na televisão, suscita algumas perguntas e críticas. Desde logo, a quase total ausência de tratamento das questões sindicais e laborais, como se elas fossem alheias aos mundos da Economia e empresarial. E quando são objecto de atenção noticiosa, a perspectiva de abordagem, por regra, é a do empresário e das grandes instituiçõe financeiras e não a do assalariado. Em segundo lugar permanece por resolver uma questão que tem tanto de complexa como de inultrapassável: as principais fontes da informação económica são as mesmas das notícias que, por sua vez, são também os anunciantes mais importantes dessa mesma imprensa.»
pág.91

«Este é, de resto, um dos problemas graves do jornalismo desportivo, que hoje dá como certa uma transferência, no dia seguinte fala de outra e nem sequer corrige ou explica ao leitor por que é que a manchete da véspera, afinal, estava errada ou se verificou que não era verdadeira. Ao contrário da imprensa generalista, a desportiva usa exageradamente a informação sem referência a qualquer fonte, o que a fragiliza em termos de credibilidade. Apesar disso, e porque o futebol tem, na realidade, uma presença e protagonismo ímpares, aliada à dimensão emocional que o alimenta, os seus níveis de circulação e audiência continuam estáveis, não obstante a crise que afecta a imprensa.»
pág.93

O Essencial sobre a Imprensa Portuguesa (1974-2010)
João Figueira
Angelus Novus (Outubro 2012)
ISBN: 9789728827854

sábado, janeiro 12, 2013

Barnabé - O blogue que a direita detesta

«As indignações de Vasco
«As pessoas que escrevem nos blogues, como muitas das que escrevem nos jornais, como as que falam na televisão, dão aquilo que elas julgam que serão opiniões. Políticos falhados, jornalistas frustrados e tanta outra gente completamente iletrada, que não conhece os assuntos, e podiam dizer aquilo, ou o contrário, que era igual ao litro. Mesmo a maior parte dos cronistas são ignorantes, e o que escrevem são crónicas desnecessárias ou desabafos, aquilo a que chamo jornalismo de indignação. Mas faz muito sucesso, porque como as indignações são básicas, há muita gente a partilhá-las, e a ficar feliz por o senhor X, que até escreve no jornal, pensar como elas.» Vasco Pulido Valente à Notícias Magazine.
Retirei a citação do blogue abre-latas, que também se indigna com alguma facilidade. Não li a entrevista que a Notícias Magazine fez a Vasco Pulido Valente. Porquê?
1 - Porque nunca leio a Notícias Magazine.
2 - Porque Vasco Pulido Valente já não diz mal de ninguém. Limita-se a dizer mal de toda a gente.
3 - Porque Vasco Pulido Valente, apesar de ser muito inteligente e ainda mais talentoso, está sempre demasiado indignado.
4 - Porque Vasco Pulido Valente, em entrevistas, já diz sempre o que eu quero ouvir e a mim apetecia-me ouvir qualquer coisa que ele ainda não tivesse dito.
5 - Porque, apesar de tudo, se é para ser sempre neste estilo, acho mais graça ao Luiz Pacheco. Também é inteligente, também é talentoso e leva-se menos a sério. Nunca se indigna.
Publicado por danieloliveira /
quinta-feira 29 janeiro 2004 03:17»
pág.139-140

«Temos? Tu e mais quem?
«Não há cura. Trinta anos depois, temos saudades de Salazar e continuamos talhados para a ditadura.» João Pereira Coutinho, no Expresso.
Publicado por celsomartins / domingo 01 fevereiro 2004 18:34»
pág.140

«Já encontrar as armas vai ser canja
«O mais difícil - capturar o antigo ditador [Saddam Hussein] - já foi conseguido.» José Manuel Fernandes
Publicado por danieloliveira / segunda-feira 15 dezembro 2003 14:29»
pág.188

Barnabé - O que é que tem o Barnabé que é diferente dos outros?
André Belo, Celso Martins, Daniel Oliveira, Pedro Oliveira, Rui Tavares
Oficina do Livro (Novembro 2004)
9895550898