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segunda-feira, dezembro 27, 2010

uma homenagem singela ao Professor José Cid

O Professor hibernou (da última vez que deu aulas trouxe-nos uma Zaratruta), mas hoje houve um momento à sua altura: «queria um dos últimos do Gonçalo Tavares, o Como Sobreviver às Novas Tecnologias».

quinta-feira, julho 16, 2009

Venham daí



Junto à Gare do Oriente, em frente à Sonaecom

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

E a sugestão da casa para o Dia dos Namorados é...

«Depois de quatro anos de casamento ambos concluímos que já não era possível entendermo-nos e, por essa razão, cessámos todas e quaisquer tentativas de reconciliação.
(...)
- Não me mintas, bruxa! - gritei, e agarrei-lhe o braço com a mão esquerda. Mas ela conseguiu escapar-me. Então, sem largar o punhal, apertei-lhe a garganta com a mão esquerda e comecei a estrangulá-la. O seu pescoço parecia tão robusto! Com as duas mãos conseguiu afastar os meus braços da garganta; e como se já estivesse à espera que isto acontecesse, cravei o punhal com toda a força do meu ser no seu lado esquerdo, por baixo das costelas.»

do Ensaio Sobre o Ciúme, de Leon Tolstoi, edição Coisas de Ler

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Sai mais uma lista!


O Guardian elaborou mais uma lista de indispensáveis, com o original título «1000 novels everyone must read». A minha pergunta é: porquê parar nos mil? Ou mil e um? Ninguém tem a coragem de fazer a lista dos dez mil livros para ler antes de fazer 62 anos? Ou dos vinte mil indispensáveis romances para se ser um intelectual?

Faz-me lembrar a história que o sr.Afonso contava, do cliente que chegou à gráfica e pediu dois metros de livros, encadernados, assim com esta altura, para tapar um buraco lá no móvel.

domingo, dezembro 14, 2008

É bom trabalhar nas obras







A propósito da inauguração da nova Buchholz, e da foto-reportagem dos Blogtailors: o senhor Alberto permite que se faça o pagamento em prestações, é de confiança e faz um excelente trabalho. Ele agora anda aí um bocado atrapalhado e teve que contratar uns ajudantes, mas de certeza que arranjava um bocadinho para tratar disso. Qualquer coisa, é só pedirem-me o número.

Ah, também gostei das declarações de Sérgio Moreno, porta-voz da Fundação Agostinho Fernandes, proprietária da livraria: «mesmo num momento de crise internacional, a melhor resposta continua a ser o trabalho na cultura».

sexta-feira, outubro 03, 2008

E tenha um excelente fim-de-semana



Eu cá não, ando a pensar numa overdose de iogurtes do Lidl com chocolate do Minipreço, mas ando à espera que me saia um daqueles talões de desconto, que a crise está má e tal.

P.S. eu às vezes também gostava de mudar de ramo, deixar de vender livros por uns tempos para experimentar outras coisas, como por exemplo trabalhar num jornal. mas alguém que faz uma manchete destas já passou essa fase. sugiro uma candidatura espontânea para a empresa da Teresa Guilherme

quinta-feira, outubro 02, 2008

Regra número um na relação com o cliente:

não retirar direitos adquiridos



imagem do irmaolucia, após quem manda na FNAC ter percebido que, afinal, não precisava de dar 10% aos clientes para continuar a vender. será?

sexta-feira, agosto 29, 2008

O que é que se diz? Não, obrigado

- desculpe, tem livros escolares?
- não, não temos, mas de que livros anda à procura?
- destes. (um da Porto, um da Areal e outro da Texto)
- faça assim: há uma livraria da Porto no cruzamento da avenida...
- não, não, está a querer mandar-me para lá? não, eu só vou para esses sítios de cinco em cinco anos. está a querer que eu vá lá, mas não vou. vou andar aí de papelaria em papelaria a ver se encontro.