«Quando, há mais de duas décadas, na linguagem dos media surgiu a noção de “indústria dos conteúdos”, estávamos ainda longe de imaginar que a atividade editorial ia alcançar esse estádio último do fetichismo da mercadoria.»
via Ainda não começámos a pensar
...e também não é por roubar um pássaro ou um livro, que logo dá aos amigos, que o Alba tem as mãos sujas. chartapaciu@gmail.com
sexta-feira, maio 20, 2011
quinta-feira, maio 19, 2011
quarta-feira, maio 18, 2011
terça-feira, maio 17, 2011
quarta-feira, abril 27, 2011
quinta-feira, abril 21, 2011
diz que agora há umas máquinas para ler livros e tal
deve ser bem bom ler este Tree of Codes num kindle pá. via Bruaá
sexta-feira, abril 15, 2011
quarta-feira, abril 13, 2011
quarta-feira, abril 06, 2011
segunda-feira, abril 04, 2011
domingo, abril 03, 2011
"La fe en el mercado elimina el debate sobre ética y justicia"
Michael J. Sandel, em entrevista ao El País.
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Zapping
sábado, abril 02, 2011
segunda-feira, março 28, 2011
Alberto Pimenta na Mia Soave
O novo projecto de Nuno Moura já dá frutos: o livro Reality Show ou a alegoria das cavernas e o cd Degrau (Cuidado), apresentados em conjunto pela Mia Soave, trazem-nos poemas de Alberto Pimenta. Podem ouvir aqui um excerto do cd: oito faixas de Ana Deus, Alexandre Soares, Pedro Augusto (aka Ghana X) e João Alves.
isbn: 9789899721500
miasoave@gmail.com
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Alberto Pimenta,
Mia Soave,
Nuno Moura
domingo, março 27, 2011
EDD'ORA ADDIO...‑ MIA SOAVE!...
Aos meus amigos d'Orpheu
‑ Mia Soave...‑ Ave?!... ‑ Alméa?!...
‑ Maripoza Azual...‑ Transe!...
Que d'Alado Lidar, Canse...
‑ Dorta em Paz...‑ Transpasse Idéa!...
‑ Do Occaso pela Epopéa...
Dorto... Stringe... o Corpo Elance...
Vae Á Campa...‑ Il C'or descanse...
‑ Mia Soave...‑ Ave!...‑ Alméa!...
‑ Não Doe Por Ti Meu Peito...
‑ Não Choro no Orar Cicio...
‑ Em Profano...‑ Edd'ora... Eleito!...
‑ Balsame ‑ a Campa ‑ o Rocío
Que Cahe sobre o Ultimo Leito!...
‑ Mi' Soave!... Edd'ora Addio!...
‑ Mia Soave...‑ Ave?!... ‑ Alméa?!...
‑ Maripoza Azual...‑ Transe!...
Que d'Alado Lidar, Canse...
‑ Dorta em Paz...‑ Transpasse Idéa!...
‑ Do Occaso pela Epopéa...
Dorto... Stringe... o Corpo Elance...
Vae Á Campa...‑ Il C'or descanse...
‑ Mia Soave...‑ Ave!...‑ Alméa!...
‑ Não Doe Por Ti Meu Peito...
‑ Não Choro no Orar Cicio...
‑ Em Profano...‑ Edd'ora... Eleito!...
‑ Balsame ‑ a Campa ‑ o Rocío
Que Cahe sobre o Ultimo Leito!...
‑ Mi' Soave!... Edd'ora Addio!...
Ângelo de Lima, in Orpheu 2, 1915
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