"Comprar livros seria uma boa coisa se pudéssemos comprar também o tempo para os ler: mas, por norma, a compra de livros é confundida com a apropriação do seu conteúdo."
Arthur Schopenhauer
...e também não é por roubar um pássaro ou um livro, que logo dá aos amigos, que o Alba tem as mãos sujas. chartapaciu@gmail.com

O Senhor Valéry, de Gonçalo M. Tavares, Editorial Caminho, Abril 2002, 81 pág., pvp: 11,95€
Ler e ouvir O´Neill


Bryson, um ignorante de ciência assumido, consegue provar-nos que, fazendo as perguntas certas, por mais idiotas que nos possam parecer (não há perguntas estúpidas, mas respostas estúpidas, não é assim?), às pessoas que lhes conseguem dar respostas satisfatórias (claro que os destinatários eram todos PhD, MSc, MD e por aí fora), consegue-se saber um pouco de quase tudo. 
À Corto Maltese
«Nada seria tão enganador para o xadrezista como tentar memorizar as incontáveis linhas de jogo das aberturas e considerar este caudal teórico como uma arma infalível para a vitória. Pondo de lado que seria necessário possuir uma memória monstruosa para isso, e mesmo conseguindo obter este recurso, dar-se-ia frequentemente o caso de se perderem partidas que na abertura nos eram favoráveis, mas que, ao "sairmos do livro", nos apresentam uma série de problemas para cuja solução não nos ajudam aqueles conhecimentos. Então a amargura que a derrota nos produza será maior, dado que o nosso caudal teórico não serviu para outra coisa senão para pôr mais a descoberto a nossa inferioridade.»
Ou de como se pode promover o nacionalismo através dos livros.
Querida Andrea:
Ontem, uma reportagem da SIC Notícias alertou-me para o perigo bem real de os jornais O Comércio do Porto e A Capital virem a ser encerrados a muito curto prazo. Esta notícia surge pouco tempo depois da saída de Luís Osório do cargo de director d'A Capital. Neste artigo do DN pode ler-se que a aposta da Prensa Ibérica «é na informação local, como O Comércio do Porto».